Ao descrevermos a respeito da ciência, não parece tarefa simplesmente fácil, o tema é complexo, tradicionalmente aprendemos que a ciência tem respostas relevantes para as questões da humanidade, de fato conquistou seu espaço na sociedade e isso não podemos negar. Ciência podemos dizer que é o conhecimento ou sistema de conhecimentos que definem verdades gerais, ou a operação de testes e operações de leis gerais através de um método, no caso o método científico. Baseia-se no uso da razão para juntar evidências observáveis, empíricas e mensuráveis. Esse é uma das definições sobre a ciência, precisamente a ciência moderna, mas existem diversas definições de acordo com autores diferentes. Mas o que nos chama atenção é a maneira com que a ciência desenvolve sua própria supremacia em cima das outras formas de conhecimento, usando um discurso ideológico para legitimar seus conceitos, negando outros tipos de conhecimento alternativos.
A ciência moderna enfatiza uma proposta de conhecimento diferente dos demais campos, busca compensar as limitações ou lacunas existentes nas outras formas de conhecimento, seja religioso, artístico, filosófico e do senso comum. Podemos dizer que este pensamento é errôneo, o conhecimento é puramente atividade humana, aprendemos no dia-a-dia, processo adquirido nas experiências e vivências da história da humanidade. É o que mais nós fazemos como seres humanos, lidamos com novas experiências, observações, intuições e esforços. Isso faz de nós seres que buscam melhorar e resolver seus problemas do cotidiano, isso muito antes de nascer a ciência moderna. Mesmo que tal conhecimento seja do senso comum, ele também traz benefícios, e não pode ser nivelado por baixo pelos cientistas. O problema é esta ideologia que a própria ciência dita, não deixando as pessoas pensar e criar, fazendo-se exclusiva e auto-suficiente diante do mundo. Como diria G. Myrdal “A ciência nada mais é que o senso comum refinado e disciplinado’’ A ciência virou um mito, os cientistas mostram e determinam a maneira correta, são especializados, acham-se uma classe diferente. Enfim os cientistas têm a palavra final. Precisamos acabar com esta ideal de que os cientistas são melhores pensantes do que outras pessoas, entender que este modelo de ciência moderna é apenas uma especialização do conhecimento. Todos os seres humanos têm potencial para desenvolver qualquer tipo de trabalho, inclusive o científico. A ciência moderna ’’ é na verdade um refinamento de potenciais’’, como diria Rubem Alves.
Em relação a sua importância para o mundo contemporâneo, penso que a ciência mesmo com toda essa arrogância, traz muitos benefícios para a sociedade. A ciência nos ajuda a entender esse mundo tão complexo que temos, um planeta cheio de novidades a serem descobertas. Contribui para o bem da humanidade, mas às vezes sua contribuição pode trazer prejuízos para o planeta, um exemplo disso é a degradação do nosso ecossistema, pela tecnologia. É na verdade um processo ambíguo, ao mesmo tempo auxilia e facilita sanando os problemas do cotidiano, mas pode ser usada para a destruição, exemplo bombas atômicas. Além disso, hoje a ciência é usada para interesses capitais.
Nas questões de fé, acredito que a ciência e a fé devem juntas cooperar para um mundo melhor, pois esses dois temas servem para auxiliar a humanidade, para aliviar os sofrimentos e problemas diários. A fé vai dar sentido para vida, e a ciência vai facilitar o cotidiano dos seres humanos, desde que não prejudique o planeta. A fé precisa da ciência para não cair no engano da infantilidade e fanatismo religioso, a ciência precisa da fé para não levar os seres humanos à destruição. Uma deve auxiliar a outra para o bem comum, nós irmãos da fé devemos em nossas comunidades ensinar e alertar os benefícios e o perigos da ciência. Ao mesmo tempo acabar com o preconceito que existe dentro de nossas igrejas sobre o tema, onde muitos pensam que a ciência quer tomar o lugar da fé, ou tirar Deus das pessoas. A fé e a ciência são ferramentas que o homem necessita para caminhar neste mundo tão complexo, mesmo sem querer transitamos e temos experiências pessoais no dia-a-dia nesses dois campos, ainda que não sejamos religiosos ou cientistas.
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A ciência moderna enfatiza uma proposta de conhecimento diferente dos demais campos, busca compensar as limitações ou lacunas existentes nas outras formas de conhecimento, seja religioso, artístico, filosófico e do senso comum. Podemos dizer que este pensamento é errôneo, o conhecimento é puramente atividade humana, aprendemos no dia-a-dia, processo adquirido nas experiências e vivências da história da humanidade. É o que mais nós fazemos como seres humanos, lidamos com novas experiências, observações, intuições e esforços. Isso faz de nós seres que buscam melhorar e resolver seus problemas do cotidiano, isso muito antes de nascer a ciência moderna. Mesmo que tal conhecimento seja do senso comum, ele também traz benefícios, e não pode ser nivelado por baixo pelos cientistas. O problema é esta ideologia que a própria ciência dita, não deixando as pessoas pensar e criar, fazendo-se exclusiva e auto-suficiente diante do mundo. Como diria G. Myrdal “A ciência nada mais é que o senso comum refinado e disciplinado’’ A ciência virou um mito, os cientistas mostram e determinam a maneira correta, são especializados, acham-se uma classe diferente. Enfim os cientistas têm a palavra final. Precisamos acabar com esta ideal de que os cientistas são melhores pensantes do que outras pessoas, entender que este modelo de ciência moderna é apenas uma especialização do conhecimento. Todos os seres humanos têm potencial para desenvolver qualquer tipo de trabalho, inclusive o científico. A ciência moderna ’’ é na verdade um refinamento de potenciais’’, como diria Rubem Alves.
Em relação a sua importância para o mundo contemporâneo, penso que a ciência mesmo com toda essa arrogância, traz muitos benefícios para a sociedade. A ciência nos ajuda a entender esse mundo tão complexo que temos, um planeta cheio de novidades a serem descobertas. Contribui para o bem da humanidade, mas às vezes sua contribuição pode trazer prejuízos para o planeta, um exemplo disso é a degradação do nosso ecossistema, pela tecnologia. É na verdade um processo ambíguo, ao mesmo tempo auxilia e facilita sanando os problemas do cotidiano, mas pode ser usada para a destruição, exemplo bombas atômicas. Além disso, hoje a ciência é usada para interesses capitais.
Nas questões de fé, acredito que a ciência e a fé devem juntas cooperar para um mundo melhor, pois esses dois temas servem para auxiliar a humanidade, para aliviar os sofrimentos e problemas diários. A fé vai dar sentido para vida, e a ciência vai facilitar o cotidiano dos seres humanos, desde que não prejudique o planeta. A fé precisa da ciência para não cair no engano da infantilidade e fanatismo religioso, a ciência precisa da fé para não levar os seres humanos à destruição. Uma deve auxiliar a outra para o bem comum, nós irmãos da fé devemos em nossas comunidades ensinar e alertar os benefícios e o perigos da ciência. Ao mesmo tempo acabar com o preconceito que existe dentro de nossas igrejas sobre o tema, onde muitos pensam que a ciência quer tomar o lugar da fé, ou tirar Deus das pessoas. A fé e a ciência são ferramentas que o homem necessita para caminhar neste mundo tão complexo, mesmo sem querer transitamos e temos experiências pessoais no dia-a-dia nesses dois campos, ainda que não sejamos religiosos ou cientistas.
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Bom artigo velho, uma vez que a Ciência trouxe varios beneficios, para todos nós e durante muito tempo,e o cristianismo ficou alienado e estatico por conceitos totalmente, erroneos,e as pessoas estavam focadas, ou porque não dizer com enfoque em se auto beneficiarem de prerrogativas que as fizessem bem e as afastessem dos infortunios, ou das circuntâncias desfavoraveis que a vida sempre nos reserva,eu louvo a Deus pelo renscentismo, pela arte, pelo desejo do saber que fez com que muitos pudessem ter uma persepectiva melhor e deixaseem de lado conceitos retrogados, arcaicos.
ResponderExcluirmataram a Deus, ou seja matararam o “dogma”, o “conformismo”, a “superstição” e o “medo”, de não aceitar mais a imposição de regras cristalizadas, que impossibilitam a superação e a transcendência, além da auto-afirmação do ser humano, que luta incansavelmente para libertar-se elevar-se em sua saga existencializada.
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Shalom de seu aliado...